Crises econômica e energética exigem mudanças





Crises econômica e energética exigem investimentos em soluções para aumentar a proteção de equipamentos destinados a promover a eficiência operacional das empresas. Com isso, nobreaks e estabilizadores ganham posição de destaque.

 

Reportagem: Clarice Bombana – Revista Potência

RevistaPotencia1 Crises econômica e energética exigem mudanças

Legenda: Revista Potência – Edição 119 – Páginas 38, 39 e 40

 

Problemas para uns, oportunidade de mercado para outros. A má qualidade da energia distribuída pela rede elétrica somada às épocas de chuvas com alta incidência de descargas atmosféricas, que sempre acabam provocando interrupções curtas ou longas (apagões), são fatores que não deixam o mercado de condicionamento de energia ficar parado.

 

Indispensáveis para garantir o fornecimento continuado e a confiabilidade da energia elétrica, nobreaks e estabilizadores são fundamentais em instalações com cargas críticas, como hospitais, bancos, indústria, supermercados, hotéis, data centers, servidores, CPDs, etc.

 

“Cada vez mais, as empresas estão entendendo a necessidade de se investir em eficiência energética e em formas de garantir a confiabilidade da segurança de dados e equipamentos. E o mercado de nobreaks oferece essa segurança”, afirma Fernando Peres, gerente nacional de Vendas da Engetron, que completa: “Atualmente, o segmento está sujeito à influência de dois vetores: a crise política e econômica, que pressupõe maior cautela e exige redução de custos, e a crise energética, que implica investimentos voltados à energia confiável”.

 

Os estabilizadores são destinados ao ajuste de tensão e filtro dos ruídos da rede elétrica. Já os nobreaks, além de apresentarem essa função, possuem bateria interna que permite a continuidade do fornecimento de energia por determinado tempo na ausência da rede elétrica (apagão) ou pelo menos até a entrada de um gerador.

 

Peres estima que o mercado de nobreaks no Brasil tenha um faturamento de aproximadamente R$ 1,5 bilhão por ano. Em termos de volume, a produção de nobreak de pequeno porte (abaixo de 3 kVA) gira em torno de 1,5 milhão de unidades/ano e a de nobreak de grande porte (de 3 a 500 kVA), em torno de 100 mil unidades/ano.

 

Apesar da crise, este mercado continua em evolução e a tendência para os próximos anos é de crescimento de vendas, considerando os investimentos em cloud computing, aplicações de mobilidade, big data, analytics e redes sociais.

 

Outro fator que impulsiona as vendas de nobreaks no Brasil são as chuvas de verão, quando se tem maior incidência de raios e outros fenômenos da natureza, e o fornecimento de energia torna-se mais instável e existe a preocupação maior do usuário em adquirir produtos que não apenas protejam seus equipamentos, mas que também lhe garantam autonomia em caso de apagão.

 

Fernando Peres, no entanto, alerta que a relevância da qualidade de energia para as empresas deve ser independente da época do ano e deve acompanhar o crescimento dos negócios para que a companhia tenha ganhos de produtividade ao longo do ano e se torne cada vez mais competitiva no mercado.

 

“Precisamos aumentar a conscientização das empresas sobre a importância da energia em seus negócios, para que possam enxergar o nobreak não como um produto periférico, mas como um equipamento crucial para a continuidade das operações da companhia e a durabilidade da infraestrutura”, orienta.

 

Leia a matéria completa: http://issuu.com/hmnews/docs/edicao-119 – páginas 38 a 47

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