Mercado de nobreaks em constante evolução





RevistaPot3 Mercado de nobreaks em constante evolução

Legenda: Revista Potência – Edição 119 – Páginas 44 e 45

 

O mercado de nobreaks está em crescente desenvolvimento de tecnologias e soluções. A tecnologia de modularidade tornou-se um grande diferencial nessa área. Esse desenvolvimento modular permite que o cliente compre um produto dimensionado para sua realidade atual, porém, já planejado para expansão futura, de acordo com seu crescimento de consumo energético, como a expansão fabril, por exemplo.

 

Outra tendência é a incorporação de recursos de medição e softwares, além dos controles inteligentes, que permitem o gerenciamento remoto. Um dos avanços tecnológicos que tem sido evidenciado nos últimos anos é a combinação dos equipamentos e soluções para gerenciamento de energia com os dispositivos de automação e softwares.

 

As linhas de grande porte têm sido uma importante novidade no mercado, com potências cada vez maiores para atender as novas demandas de grandes empresas e data centers. Um dos lançamentos mais recentes da Engetron foram os nobreaks da linha Double Way trifásicos, com potências de 275, 550 e 825 kVA. A empresa investe cerca de 10% do seu faturamento em Pesquisa & Desenvolvimento e mantém parceria tecnológica com universidades de Minas Gerais e Pernambuco, entre outras instituições.

 

Já o MSB (Módulo Supervisor de Baterias), da Engetron, por exemplo, é um projeto que tende a reduzir de maneira significativa os custos de Capex (investimento inicial) e OPEX (custo operacional). Ou seja, mediante o diagnóstico preciso de cada elemento de um banco de baterias, o usuário pode providenciar a substituição do elemento danificado, sem precisar trocar o banco completo.

 

Com relação à segurança e desempenho de estabilizadores de tensão com potência até 3 kVA e tensão nominal até 250 V, existe a norma brasileira NBR 14373, publicada inicialmente em 1999 e revisada tecnicamente em 2006. É compulsória por determinação do Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, responsável pela acreditação dos organismos certificadores, os quais devem fazer a fiscalização juntamente com o IPEM – Instituto de Pesos e Medidas.

 

Em relação aos nobreaks monofásicos com potência até 3 kVA e tensão nominal até 250 V, existe a NBR 15204, porém, ela não se tornou compulsória até hoje. Vale ressaltar que, em muitos projetos corporativos, que envolvem nobreaks, as empresas exigem o cumprimento de normas internacionais como IEC e UL.

 

Como consequência da falta de regulamentação e fiscalização adequada, existem empresas que oferecem produtos de baixa qualidade com preços abaixo do de mercado. “Nobreaks e estabilizadores sem qualidade, além de não cumprirem sua função de proteger os equipamentos eletrônicos a ele ligados, podem, ainda, causar danos a esses equipamentos, deixando passar energia de má qualidade, que ocasiona, ao longo do tempo, desgaste dos componentes internos, chegando até a queima do equipamento a médio e longo prazo”, adverte Fernando Peres, Gerente Nacional de Vendas da Engetron.

 

Outra dificuldade enfrentada pelo setor é a carga tributária incidente sobre esses equipamentos, equivalente a 37% do valor de venda, o que dá abertura para a entrada dos produtos asiáticos, muitas vezes de qualidade duvidosa. A variação cambial (por conta da importação dos componentes) e os preços das commodities (cobre) são outros desafios impostos ao crescimento desse mercado.

 

Leia a matéria completa: http://issuu.com/hmnews/docs/edicao-119 – páginas 38 a 47

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